Ler bilhetes
Ler bilhetes é apontar a câmara de um telemóvel a um código e esperar por uma resposta suficientemente grande para se ler no escuro.
Ler bilhetes é ler o código de um bilhete com um aparelho que diz de imediato se esse código é válido. Um leitor de bilhetes pode ser um telemóvel, um tablet ou um aparelho próprio com cabeça de leitura. A resposta é sempre do mesmo tipo: pode entrar, já entrou ou não é válido.
De que aparelho precisa
Para a maioria das organizações, basta um telemóvel normal. A câmara lê um código em papel e um código num ecrã, mesmo quando esse ecrã está sujo ou com pouco brilho.
Um leitor dedicado só se torna interessante com grandes números ou com chuva. Quem dez vezes por ano deixa entrar duzentas pessoas faz melhor em não comprar hardware próprio para isso.
Onde corre mal
Um ecrã com pouca luz é o atraso mais subestimado à entrada. Peça aos visitantes que aumentem o brilho, ou que imprimam o bilhete quando lá fora está escuro.
Depois há o visitante que ainda tem de procurar o e-mail quando já está à frente da fila. Uma mensagem na véspera, a pedir que tenham o código à mão, resolve grande parte disso.
Como funciona com Passavo
Cada voluntário lê com o seu próprio telemóvel, com sessão iniciada no código da sua organização. As leituras juntam-se num resumo, por isso no seu painel vê quantos bilhetes já foram lidos hoje.
Uma segunda ou terceira entrada abre-se simplesmente ligando mais um telemóvel. À porta, o gargalo é o número de pares de mãos, não o software por trás.
Também pesquisado como
- leitor de bilhetes
- ler bilhetes à porta
- validar bilhetes
- ler códigos
Perguntas frequentes
Preciso de um leitor próprio?
Não. A câmara de um telemóvel normal lê os códigos. Um aparelho próprio só compensa com grandes números ou quando está a ler bilhetes lá fora à chuva.
E se o código não for lido?
Nesse caso, procura o bilhete pelo nome na lista do dia na app de leitura e valida-o a partir daí. O bilhete fica então marcado como usado da mesma forma.